21 de dez de 2009

Pedras preciosas e semipreciosas?

Em quase todo mundo caiu em desuso o termo semiprecioso e só em alguns países se mantêm, entre eles, o próprio Brasil.

Gemólogos de renome internacional e joalheiros bem informados condenam essa catalogação das pedra ou gemas.

Trata-se de uma catalogação totalmente equivocada e injusta. para um país como o nosso onde se produz uma grande quantidade de pedras, entre elas diamantes e esmeraldas de excelente qualidade, embora não tenhamos rubis nem safiras.


Não se sabe com certeza quais foram as razões para começarem a chamar de semipreciosas as gemas que não fossem diamantes, rubis, safiras e esmeraldas, mas há pessoas que dizem ter sido os ingleses, na época colonial, que se referiam a todas as outras gemas como semipreciosas por motivos puramente mercantilistas. As minas de suas colônias produziam diamantes, rubis, safiras....

É possível que se tratasse de uma diferenciação devido à dureza de risco das gemas (coincidentemente a dureza de risco dos diamantes, rubis, safiras é a mais alta. São gemas com dureza entre 8 e 10 na tabela de Mohs). Poderia ser que as gemas abaixo dessa dureza fossem as denominadas como "semipreciosas" mas, a classificação e o valor das gemas não se define só em relação à dureza , mas sim à beleza, pureza, raridade, tamanho....e outras caracteristicas que nada tem a ver com a dureza.

A ABNT só admite a classificação de semipreciosas nos casos de exigências comerciais ou legais. A ressalva justifica-se porque a Itália dá um tratamento diferenciado às gemas importadas, com taxação menor para as que chegam ao país classificadas na origem como semipreciosas.

Mas as ágatas, ametistas, citrinos, topázios, águas-marinhas, turmalinas e outras podem e devem ser chamadas como merecem....de pedras preciosas
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