24 de nov de 2014

Matéria do Correio Braziliense

Artistas do ouroCom pouca oferta de formação no país, profissional especializado em design e confecção de joias é muito requisitado no mercado

Publicação: 24/11/2014 10:15 Atualização: 24/11/2014 11:36

Diego Sousa, Vânia Ladeira e Mauro Caldeira exercitam ourivesaria tradicional em joalheria no DF: modelagem, cravação e polimento (Carlos Moura/CB/D.A Press  )
Diego Sousa, Vânia Ladeira e Mauro Caldeira exercitam ourivesaria tradicional em joalheria no DF: modelagem, cravação e polimento

Na produção de joias, duas importantes funções se complementam e se misturam: a de ourives e a de designer. A ourivesaria é a arte de trabalhar com metais preciosos na fabricação de joias e ornamentos. É uma atividade de natureza artesanal, mas a ourives Cláudia Theolier, 50 anos, ressalta que a atuação não se limita às joias. “O profissional tem inúmeras competências em relojoaria, restauração de igrejas e ornamentos, além do conserto de instrumentos musicais de metal. Quem busca essa formação pode trabalhar como funcionário em joalheria ou montar ateliê próprio.” Já o designer de joias é mais restrito. A função está ligada diretamente ao desenho e à criação. Denise Tassi, coordenadora da bolsa de empregos do Sindicato da Indústria de Joalheria, Bijuteria e Lapidação de Gemas do Estado de São Paulo (Sindijoias-SP), relata que, diferentemente do ourives, a formação de designer se popularizou no currículo dos jovens, mas é importante que ele esteja inteirado sobre o processo produtivo. “Conhecendo as etapas de produçã, o designer ganha muita vantagem no mercado.”

Denise conta que sobram vagas e faltam profissionais de ourivesaria. “A profissão não é muito conhecida. Se você perguntar a um jovem de ensino médio se ele quer ser ourives, ele não sabe do que se trata.” Ela reitera que é uma arte familiar passada de pai para filho. Ainda assim, ela explica que a indústria demanda um profissional com formação específica. “O joalheiro artesanal é aquele que produz tudo, é muito procurado em joalherias pequenas, mas a indústria trabalha com produção seriada, busca um cravador ou um polidor especializado.” Ainda de acordo com Denise, no início de carreira o salário médio é de R$ 1,2 mil, enquanto um ourives com mais de cinco anos de experiência pode ganhar a partir de R$ 2,5 mil.

O Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) estima que haja aproximadamente 180 joalherias no Distrito Federal (veja quadro). O número é incerto porque nem todos os estabelecimentos se registram na categoria, mas a quantidade é pequena em relação a outras regiões do país. “O mercado de joias, gemas, bijuterias e folheados está concentrado no Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e em São Paulo”, afirma Rafael Frankstein, coordenador de informação do IBGM.

Flávia Fragomeni: bijuterias são opção mais em conta para trabalhar   (Carlos Moura/CB/D.A Press)
Flávia Fragomeni: bijuterias são opção mais em conta para trabalhar
Qualificação constante
A ourives Vânia Ladeira, 48 anos, está no ramo há mais de uma década e abriu a própria joalheria há cinco anos na Asa Norte. Ela emprega seis funcionários, quatro ourives e duas vendedoras. “Já fiz curso de cravação, gravação, esmaltação e designer de joias. Estou sempre aprimorando as técnicas”, conta. Para ela, a maior dificuldade na produção é a falta de mão de obra qualificada, especialmente em Brasília. “Um bom profissional precisa de, pelo menos, 10 anos de experiência, e muitos não têm a perseverança de trabalhar tanto para serem ourives completos.” Ela ressalta que a joalheria não copia peças, por isso é importante que o ourives saiba criar, mas quem quer ser designer precisa conhecer também da produção.

“Tem que começar na bancada. A pessoa que não conhece o processo de produção desenha coisas impraticáveis.” Numa área com pouca oferta de formação — apesar da forte demanda do mercado —, é comum que o aprendizado da função seja tradição de família. Aos 30 anos, o cearense Diego Sousa, que começou a fazer joias aos 13, é exemplo disso. “Meu irmão era ourives, eu era curioso e acabei ingressando nisso também”, conta. A matéria-prima preciosa contrasta com a simplicidade do artesão. “Só completei o segundo grau. Não fiz nenhum curso, o que eu tenho mesmo é prática”, admite. Quando Diego veio do Ceará para Brasília, produziu joias por conta própria por dois anos e, há cinco anos, é ourives na joalheria Vânia Ladeira. Diego explica que produz cada joia do início ao fim, faz modelagem, cravação e polimento. “No Ceará, eu fazia mais alianças e correntes. Na joalheria, tive que aprender peças novas e modernas”, conta. Estar disposto a aprender é fundamental. “Se eu não me qualificasse, não estaria aqui”, acredita.

Estude
No Brasil, a oferta de formação profissional em ourivesaria é escassa. Em Brasília, não existe um curso formal técnico de designer de joias ou ourivesaria, mas alguns artesãos e joalheiros oferecem oficinas livres que permitem ao aluno ingressar no mercado. Em julho, os sócios Carlos Costa e Giovani Rocha inauguraram a escola Escalenos, que começou a oferecer o primeiro módulo de joias este mês. “Existem cursos para aprender a fazer joia, mas a parte de design, que é o planejamento e a experiência do cliente com a peça, é muito carente”, explica Giovani. Ele explica que, na primeira fase do curso, o aluno aprende sobre design, ergonomia e durabilidade, além de desenvolver o projeto de uma joia. Em 2015, Giovani pretende abrir o segundo módulo, dedicado à confecção.

Cláudia Theolier e o esposo, Guillermo Theolier, também oferecem curso em ateliê próprio. Os interessados podem começar as aulas quando desejarem porque o atendimento é praticamente individualizado. Mas Cláudia alerta que não se trata de um curso sem metodologia. “Temos um cronograma curricular desenhado com base nos moldes das escolas públicas de ourivesaria na Argentina.” Os alunos aprendem teoria sobre fundição de metais e conhecimentos de química, enquanto a parte prática compreende desenho e confecção.

Bijuteria
A bijuteria não é considerada joia por não ser produzida com metais preciosos, mas, como o investimento na produção de joalheria é muito alto, é uma opção para quem quer ingressar no mercado. Esta foi a aposta de Flávia Fragomeni, 40 anos, que já trabalhou com joias, mas hoje se dedica à produção de bijuteria e de acessórios. “O investimento é muito maior, e o trabalho do ourives é mais difícil e elaborado”, compara. Ela começou aos 13 anos, quando aprendeu a montagem da bijuteria com a mãe de uma colega. “Eu vi que tinha habilidade manual e que dava para ganhar dinheiro com isso. Comecei fazendo para minhas amigas e, aos 21 anos, abri a primeira loja.” Flávia emprega nove funcionárias, sendo que duas também confeccionam.

A empresária recomenda que quem deseja montar a própria loja invista também em formação administrativa. Ela conta que chegou um momento em que não conseguia lidar com o crescimento da empresa. “Fiz um curso de dois anos e foi muito válido, trouxe profissionalização para o meu negócio. Muitos artesãos têm o dom de fazer, mas não crescem porque não têm a capacidade de gestão. Também é necessário investir na formação dos funcionários para melhorar a produção e o atendimento.”

Onde estudar
Curso de Joias Escalenos
18 horas por módulo: seis aulas às terças e quintas, manhã, tarde, ou noite
Preço: R$ 1.350 (ou quatro vezes de R$ 375)
Informações e matrícula: (61) 8127-4007

Curso de Joias Espaço Theolier
60 horas: 5 meses, horário variável
Preço: a partir de R$ 3 mil
Informações e matrícula: (61) 3797-8885

23 de nov de 2014

Vagas 2014/2015

Curso de joalheria

Estão abertas as vagas para 2015, aproveitem para pagarem ainda com valores de tabela de 2014.

Vagas:

2a feira- 1 vaga manhã
2a feira- 1 vaga tarde
3a feira- 2 vagas tarde
5a feira- 1 vaga tarde
5a feira- 1 vaga noite
6a feira- 1 vaga tarde

As vagas poderão sofrer alterações, sem prévio aviso.
theolierdesigner@gmail.comTel:3797-8885







21 de nov de 2014

Sucesso é bom e eu gosto!!!

Sucesso é bom e eu gosto!!!


É muito bom ver o sucesso de alguém, principalmente quando este sucesso, por um acaso tenha sido de um de nossos alunos, porque logicamente isso significa que algo bom conseguimos transmitir.
Temos tido a sorte de poder ver isso acontecer com vários de nossos alunos e isso nos enche de orgulho, saber que de alguma forma possamos fazer parte dessa trajetória.
Estamos muito felizes por Juliana Lobão mostrar a que veio.

Parabéns!


















Segue ao lado o calendário do evento, vale conferir e aproveitar para conhecer o que Brasília tem de melhor na moda!

31 de out de 2014

Vagas Novembro 2014

Novas Vagas 2014:

Segunda: 1 vaga manhã
                1 vaga a tarde
Terça: 1 vaga a tarde
           
Sexta: 1 vaga sexta a tarde

As vagas poderão sofrer alterações sem prévio aviso.

Consultem-nos no e-mail theolierdesigner@gmail.com
Tel:3797-8885

3 de out de 2014

Conserto de Joias,um curso para formados.

Alguns nos ligam para saber sobre nossos cursos e como já disse em outro post, costumo entrevistar o futuro aluno para entender um pouco as necessidades e expectativas sobre joalheria.
Dentre algumas perguntas frequentes que todos nos fazem é saber em quanto tempo eles irão fazer joias? E se a gente faz um curso só para consertar joias.

Então vou aproveitar para falar um pouco sobre estes dois assuntos.

Tempo:

O tempo é relativo, pois nosso trabalho é transferência de conhecimento e técnicas, mas o treinamento sempre será de responsabilidade do aluno.
Quanto mais treinamento, mais rápido, melhor este aluno desenvolverá seus trabalhos.
Recentemente tivemos a oportunidade de ter acesso a um trabalho para a PUC Rio sobre a profissão que segue aqui que para aquele que quer seguir neste setor deve ler.Puc-Rio
Existem aqueles que por natureza e por gostarem são quase como autodidatas e este obviamente terão muito mais rapidez em pegar a desenvoltura do trabalho. Isso não significa que aquele que não tenha não seja capaz de desenvolver com a mesma desenvoltura, porém o afinco e dedicação é imperativo.

Conserto:

Este é um tema que muitos que nos ligam não conseguem entender porque consertar joias, pode ser ainda mais difícil que construir do zero uma peça.
É simples, quem trabalha consertando joias tem que ter um conhecimento profundo de joalheria, afinal ele irá lidar com uma joia que em geral não foi feita por ele, ele não sabe o histórico daquela peça, como ela foi feita, que tipo de liga metálica foi usada, em que lugar foi feita a solda e qual tipo de solda.
Se possuir pedras preciosas o risco aumenta, pois ao descravar uma pedra você poderá danificá-la e terá que restituir a pedra. Existe todo tipo de cliente e torcemos para que você nunca pegue um cliente complicado ou de má índole. Um golpe muito usado no meio é você pegar uma peça que já foi consertada e a joia tem brilhantes(diamantes) se você não tiver como testar ainda fica mais complicado, o cliente entrega e quando você faz o teste vê que entre os brilhantes existe pedra falsa (vidro), se você não fez o teste ali na frente do cliente, ele pode depois alegar que você trocou a pedra.

Curso de Conserto de Joias.

Então complementando o que foi dito acima, para aprender consertar necessariamente a pessoa necessitará de experiência. Portanto é necessário conhecer joalheria.

Vagas Outubro 2014

Turmas para Outubro - Novas vagas.
Segunda 2 vagas manhã
Segunda 1 vaga a tarde
Quinta 1 vaga manhã
Sexta 2 vagas a tarde

Alunos de Goiânia:
de 15 em 15 dias aos sábados em 2 turnos manhã e tarde em Brasília.


Outros Estados:
Sujeito a negociação para cursos especiais intensivos

Sujeito a ordem de chegada.
maiores informações: 61-3797-8885/ 61-9127-3556
e-mail:theolierdesigner@gmail.com

26 de ago de 2014

Matéria do correio sobre ensino profissionalizante.

Talento industrialAs profissões técnicas para ingressar no ramo fabril vão além do trabalho pesado, como mostra nova cartilha do SenaiPublicação: 24/08/2014 08:00 Atualização: 25/08/2014 11:38

Quem pensa na indústria logo se lembra de atividades ligadas a máquinas pesadas. No entanto, o cardápio de profissões técnicas para trabalhar no ramo é extenso e tem crescido com a demanda por profissionais especializados em novas áreas. Pensando nisso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) lança a cartilha Escolha Profissões da Indústria, um guia de cursos de capacitação para 48 funções. A publicação é voltada para quem vai escolher a carreira ou se especializar. 
As profissões contemplam os setores de tecnologias de manufatura e engenharias, construção e edificações, transporte e logística, moda e criatividade, tecnologias da informação e comunicação e serviços (veja quadro). Para cada função, há descrições sobre atividades, conhecimentos exigidos e locais de trabalho. Segundo Lucchesi, as vantagens do ensino técnico são o ingresso rápido no mercado e a oferta salarial. “O aluno sai do curso com uma profissão. Na indústria, a média salarial é de R$ 2 mil em início de carreira e de R$ 6 mil com 10 anos de atuação.”
Vinicius Rodrigues, 20 anos, é aluno do curso técnico de jardinagem e paisagismo no Senai de Taguatinga e optou por esse tipo de formação para adquirir conhecimentos em construção civil antes de fazer faculdade na área. “O curso aborda hidráulica, alvenaria, elétrica, pavimentação e engloba todas as experiências que eu procurava”, conta. Ele teve oportunidade de fazer trabalhos particulares com paisagismo, mas percebeu que grandes construtoras estão à procura de profissionais. “Uma vez, fui atrás de uma empresa da área apenas para conhecer, e reclamaram da falta de mão de obra e até me ofereceram um emprego.” 

Admissão garantida
O rápido ingresso do profissional técnico no mercado de trabalho se deve à estrutura do curso, que tem por objetivo qualificar o aluno para exercer uma profissão. É o que explica Gilmar Rocha, coordenador da Escola Técnica de Brasília. Apesar de a contratação não ser problema, Rocha adverte quanto à importância da especialização para melhor inserção profissional. “O curso técnico é generalista. É importante que o aluno busque aperfeiçoamento”, recomenda. 
A técnica em vestuário pelo Instituto Federal de Brasília Samanta de Lourdes Farias, 20 anos, foi aprovada em duas universidades federais nas áreas de arte e moda, mas optou por seguir na área técnica. “As aulas do curso técnico passam uma visão de chão de fábrica. Não sou responsável apenas pela criação, mas por todas as etapas até o acabamento da peça. A graduação é voltada para o design, enquanto o curso técnico é voltado para a indústria.”

Claudia e Guilherme Theolier, donos de escola de joalheria em Brasília: área é carente de mão de obra (Antonio Cunha/CB/D.A Press)

Faltam profissionais
A carência de mão de obra qualificada, motivada pela falta de interesse e pela oferta insuficiente de cursos, afeta muitas áreas no Brasil. Entre as 48 carreiras descritas na cartilha do Senai, há cursos disponíveis para cerca de 30 profissões no DF. Para joalheiro, contudo, não há mais formação técnica disponível. O Instituto de Ensino Superior de Brasília (Iesb) chegou a oferecer uma formação de técnico em design de joias no ano passado, mas a turma foi fechada. Segundo a artesã Claudia Theolier, 50 anos, esse é um mercado carente. “Os profissionais em atuação são velhinhos donos do próprio ateliê. Joalherias deixaram de ter criadores de joias porque sai caro e porque não há pessoas bem treinadas. A preferência é por importar peças feitas em larga escala. Por outro lado, estão voltando à moda joias e relógios feitos a mão. Isso deve estimular cursos”, prevê.
Há oito anos, Claudia e o marido, Guillermo Theolier, 53 anos, oferecem curso de qualificação em joalheiro e designer de joias no Espaço Theolier (105 Norte). “Não há apoio governamental. Aqui, os cursos são dados por ourives que herdaram a profissão da família”, afirma. Segundo Claudia, uma formação na área não funciona dentro de grandes turmas. “Trabalha-se com diamante e peças pequenas e com máquinas que, se não forem bem manuseadas, podem arrancar a mão de uma pessoa. Como você controla essa situação numa sala com muita gente?”, questiona. Claudia acredita que o problema das áreas técnicas no Brasil é a desvalorização. “O brasileiro não se acha profissional se não for formado em faculdade”, critica. 

Participe
Exposição de Práticas Profissionalizantes dos Cursos Técnicos (Expotec)
Entre segunda (25) e sexta-feira (29), das 8h às 22h, no câmpus Edson Machado (613/614 Sul) do Instituto de Ensino Superior de Brasília (Iesb). Informações:www.iesb.br

14 de jul de 2014

Novas Vagas Julho 2014

De volta as aulas:

Ourivesaria e Desenho Técnico

2a feira: Manhã
das 9:00hs as 12:00hs (2 vagas )

6a feira: Manhã
das 9:00hs as 12:00hs (2 vagas)

Pré requisito:
Não há necessidade de conhecimento prévio, a idade mínima de 21 anos




Formulário:
Nosso curso trabalha com poucas vagas simultâneas, então pedimos aqueles que desejarem ingressar em algum curso conosco, que preencham nosso formulário e enviem o quanto antes, para que possamos quando for o caso reservar a vaga por 1 semana.
Entrevistas:
Nosso ateliê recebe visitantes apenas com hora marcada e com preenchimento prévio de nosso formulário. Ligue e confira. 61-3797-8885
 
  


2 de jul de 2014

Vagas Julho de 2014

Vagas abertas para cursos de Ourivesaria, Desenho Técnico e Básico de Gemologia.

Turmas:  Ourivesaria / Desenho Técnico
2a feira - Manhã das 9:00hs as 12:00hs
4a feira - Noite das 19:00hs as 22:00hs
5a feira - Tarde das 14:30 as 17:30hs

Curso Básico de Gemologia
Necessita formação de turma com mínimo de 5 alunos, interessados ligar para 61-3797-8885 ou 61-9127-3556   

11 de jun de 2014

5 Melhores Maneiras Para Vender Joalheria Autoral.

White Bird joalheria multimarcas em Paris
Em nosso último post, falamos um pouco sobre venda cooperada, agora vamos complementar nosso post com as melhores formas para expor sua joia.

Existem obviamente diversas formar de vender joias, desde eventos, abrindo uma joalheria, levando a joia até o cliente, claro tudo dependerá do seu "buget".

Aqui falaremos para aqueles que estão ingressando na joalheria e que querem vender sua arte, mas não sabem por onde começar.

Como no post anterior o foco será na venda cooperada, na vitrine, cuidados com a iluminação dentre outras coisas.

3 de jun de 2014

Qual é seu time? 5 dicas para ser do time dos jogadores de sucesso!

Em tempos de copa, esta é uma pergunta que com certeza gera duplo sentido. 

Assim como em um jogo de futebol, ninguém nas atuais conjuturas ganha o mercado sozinho, ou você ainda é daquele time que acredita que vai levar a bola ao gol sem a participação de outros jogadores?

Não estou querendo dizer que você deve montar uma cooperativa formal, me refiro que compartilhar pode ser uma opção bem interessante para autores de joias que vivem de sua arte e que na  maior parte das vezes faz tudo sozinho, fazem sua própria joia, fotografam, compram, vendem, administram, etc... 

24 de mai de 2014

12 DICAS DE COMO ORGANIZAR O AMBIENTE DE SEU ATELIÊ DE OURIVESARIA

Existe um estereótipo de que o local de trabalho de um ourives tem que ser escuro, sujo e desorganizado.
Apesar de isto ser uma verdade para muitos ao redor do mundo, não é necessariamente a melhor opção e convenhamos; quem é que não se sente bem em um lugar bem organizado, arejado bem iluminado e limpo?

Neste sentido vamos dar algumas dicas que podem servir de inspiração e aguçar sua criatividade.
Então mãos a obra!

1-Mantenha sempre o ambiente limpo e arejado, principalmente se ele for pequeno, pois é fundamental que você se sinta confortável no local onde você irá criar e desenvolver suas peças.

2-Tenha um ambiente claro e bem iluminado, se no local não possuir muita luz natural procure investir em iluminação LED (ainda um pouco cara no Brasil, mas a relação custo e beneficio vai valer a pena!) O ideal que a iluminação no teto seja de foco aberto e para que o ambiente fique cálido invista na ilumina LED com matiz amarelada. Além do ambiente é necessário ter uma iluminação apropriada em sua bancada invista na lâmpada clássica de 4w a 7w de potência e prefira também com a mesma matiz amarelada, pois não agride os olhos, já que você trabalhará tão perto dela, além disso a iluminação LED é inofensiva pois não emite radiação ultravioleta e infravermelho.

7 de mai de 2014

Curso de Curta Duração

Curso de Curta Duração 12hs

Duração: 4 aulas (sábados) Total 12 horas
Data: A Ser Definida
Conteúdo:
Aprenda a confeccionar anel com diferentes tipos de acabamentos a ser escolhido.
1-)Diversos tipos de martelados
2-)Polido, Acetinado,Fosco, em várias gramaturas
3-)Oxidação (metal oxidado)
Material: 15gms Prata (Pode ser comprado em nosso ateliê)
Ferramentas: Do nosso ateliê
Turmas: Mínimo 4 e Máximo 5
Turnos: Manhã e Tarde
Horários: 9:00 as 12:00hs Manhã e 14:30 as 17:30hs
Investimento: R$750,00
Reserve já sua vaga no e-mail: theolierdesigner@gmail.com ou Tel:61- 3797-8885

Bruno Uchoa Profissional de Mão Cheia

Não é segredo para nenhum profissional do nosso setor, que trabalhar com restauro é algo difícil e de uma imensa responsabilidade.
Em uma restauração não é só o objeto trabalhado que é o centro do negócio, mas é a história que ele traz consigo.

O risco é imenso, porque o profissional que pega uma restauração quase nunca tem acesso ao que o tempo fez a esta peça, desde a oxidação, por onde esta objeto andou, se em algum momento foi contaminado com algum material impróprio e por ai vai. Isto acontece porque em alguns casos são objetos tão antigos que nem seus herdeiros sabem a verdadeira travessia destas riquezas.  

Além disso ao aceitarmos uma encomenda como reutaração lidamos em geral com fatos de família que carregam em si uma energia psicológica de imensa responsabilidade para um restaurador, imagine que se este projeto sofra por algum motivo uma avaria, podemos destruir uma parte da história além de causar um dano enorme ao cliente.

Por isso um projeto de restauro custa caro e tem que custar caro, simplesmente por todos os riscos que ele oferece, o tempo que gasta, a sensibilidade que temos que ter com seus proprietários o entedimento correto da peça.
Essas fotos desses objetos, representam uma parte da história do Rio Grande do Sul que foi restaurada pelo nosso aluno e parceiro Bruno Uchoa, que teve a sensibilidade necessária para fazer um excelente trabalho.
Estamos orgulhosos e torcendo, para que este trabalho traga uma imensa satisfação a todos que usufruirão dessas verdadeiras joias.                                                 

5 de mai de 2014

Você é Capaz de Fazer Joias.


Tudo bem, ninguém está dizendo que é a coisa mais simples do mundo, estamos apenas afirmando que qualquer um que se propõe a estudar joalheria é capaz de fazer lindas peças.

Custos operacionais a parte, existe um estigma de que fazer joias é para aqueles que desde muito cedo aprenderam a profissão com os pais ou avós.

Ok... esta é uma arte milenar que vem sendo passada de geração em geração e antigamente era muito comum os segredos da profissão não serem difundidos ou ensinados para aqueles que não fossem da família.

Não é segredo para ninguém que entre os Judeus, considerados os melhores joalheiros do mundo, isto ainda aconteça e em alguns casos, onde o joalheiro não tenha filhos a arte é levada para o túmulo junto com ele.

26 de abr de 2014

Aluna Graciela Perotti

Loura, bonita graciosa e atenciosa, está sempre trazendo quitutes gostosos o que para o professor destroi qualquer possibilidade de regime

Graciela Perotti faz conosco o curso de ourivesaria e apesar de estar ainda no básico é dona de uma peça que tem chamado atenção dos frequentadores das páginas do facebook.

Sócia da franquia Fundição Filomena, ela é curiosa e sabe bem o que a clientela gosta.

Sabe o que quer e é persistente, vai adiante quando o assunto é negócio.Quando apresentam obstáculos a ela, parece aguçar nesta gaúcha a vontade de mostrar que ela consegue.

Graciela veio para Brasília a pouco tempo  mas já demonstra uma intimidade com a cidade que poucos candangos se permitem ter.






22 de abr de 2014

Aluna Fernanda Miranda

Esta é uma aluna que faz parte de um povo que por natureza está acostumado a superação de dificuldades.

Estamos falando de uma Nordestina que adora desafios, Fernanda Miranda já tem nome de Joalheira e se depender dela em breve veremos esta marca povoar algumas prateleiras de lojas e quem sabe a mídia.

Adora projetos complicados, ela escolhe a dedo joias com um grau de dificuldade que a faz suplantar com suor e lágrimas os projetos que sempre acabam sendo vendidas rapidamente.

E como não podia deixar de ser, esta nordestina de alma itinerante, também é uma excelente comerciante.

Ela é daquele tipo que adora receber bem suas visitas, que nunca param de aparecer diga-se de passagem, adora mimar a todos.

Não temos dúvida que ela fará falta quando voltar para sua terra natal.
Já vamos sentir saudades. 


  

11 de abr de 2014

Vagas Abertas Cursos de Joalheria

Novas Vagas:
Manhã: 1 vaga na sexta
Tarde: 1 vaga na quinta e 1 vaga na sexta
Noite: 1 vaga na quarta e 1 vaga na quinta 

 

Aluno Eduardo


Eduardo Henrique Domingues é um jovem arquiteto que experimenta na joalheria seus dons profissionais.

Dono de uma calma e uma observação bem desenvolvidas, Eduardo é bem informado, politizado e bom de papo apesar de seu jeitinho reservado.

Apesar de estar no início desta carreira o moço já aceita encomendas o que demosntra que não veio a passeio. 

Eduardo um taurino super educado tem a carinha de bom moço e é um bom moço,esperamos tê-lo ao nosso lado por muito tempo. 

7 de abr de 2014

Quem Pode Fazer Joalheria:

São iniciantes à procura de uma nova atividade profissional. 
Profissionais de outras áreas à procura de um hobby, lazer ou terapia ocupacional, tendo às mãos uma atividade gratificante, agradável e descontraída, em que a criatividade pessoal pode ser amplamente explorada.
Profissionais da área em busca de aperfeiçoamento, reciclagem e novas técnicas.
Artistas em busca de uma nova linguagem, vislumbrando a possibilidade de trabalhar metais em diferentes texturas, formas, modulações, além de novos materiais como conchas, madeira, palha e sementes, entre outros.
Se você se encaixa neste perfil com certeza irá amar fazer joalheria. 
Contacte-nos: 61-3797-8885 
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