24 de mai de 2014

12 DICAS DE COMO ORGANIZAR O AMBIENTE DE SEU ATELIÊ DE OURIVESARIA

Existe um estereótipo de que o local de trabalho de um ourives tem que ser escuro, sujo e desorganizado.
Apesar de isto ser uma verdade para muitos ao redor do mundo, não é necessariamente a melhor opção e convenhamos; quem é que não se sente bem em um lugar bem organizado, arejado bem iluminado e limpo?

Neste sentido vamos dar algumas dicas que podem servir de inspiração e aguçar sua criatividade.
Então mãos a obra!

1-Mantenha sempre o ambiente limpo e arejado, principalmente se ele for pequeno, pois é fundamental que você se sinta confortável no local onde você irá criar e desenvolver suas peças.

2-Tenha um ambiente claro e bem iluminado, se no local não possuir muita luz natural procure investir em iluminação LED (ainda um pouco cara no Brasil, mas a relação custo e beneficio vai valer a pena!) O ideal que a iluminação no teto seja de foco aberto e para que o ambiente fique cálido invista na ilumina LED com matiz amarelada. Além do ambiente é necessário ter uma iluminação apropriada em sua bancada invista na lâmpada clássica de 4w a 7w de potência e prefira também com a mesma matiz amarelada, pois não agride os olhos, já que você trabalhará tão perto dela, além disso a iluminação LED é inofensiva pois não emite radiação ultravioleta e infravermelho.

7 de mai de 2014

Curso de Curta Duração

Curso de Curta Duração 12hs

Duração: 4 aulas (sábados) Total 12 horas
Data: A Ser Definida
Conteúdo:
Aprenda a confeccionar anel com diferentes tipos de acabamentos a ser escolhido.
1-)Diversos tipos de martelados
2-)Polido, Acetinado,Fosco, em várias gramaturas
3-)Oxidação (metal oxidado)
Material: 15gms Prata (Pode ser comprado em nosso ateliê)
Ferramentas: Do nosso ateliê
Turmas: Mínimo 4 e Máximo 5
Turnos: Manhã e Tarde
Horários: 9:00 as 12:00hs Manhã e 14:30 as 17:30hs
Investimento: R$750,00
Reserve já sua vaga no e-mail: theolierdesigner@gmail.com ou Tel:61- 3797-8885

Bruno Uchoa Profissional de Mão Cheia

Não é segredo para nenhum profissional do nosso setor, que trabalhar com restauro é algo difícil e de uma imensa responsabilidade.
Em uma restauração não é só o objeto trabalhado que é o centro do negócio, mas é a história que ele traz consigo.

O risco é imenso, porque o profissional que pega uma restauração quase nunca tem acesso ao que o tempo fez a esta peça, desde a oxidação, por onde esta objeto andou, se em algum momento foi contaminado com algum material impróprio e por ai vai. Isto acontece porque em alguns casos são objetos tão antigos que nem seus herdeiros sabem a verdadeira travessia destas riquezas.  

Além disso ao aceitarmos uma encomenda como reutaração lidamos em geral com fatos de família que carregam em si uma energia psicológica de imensa responsabilidade para um restaurador, imagine que se este projeto sofra por algum motivo uma avaria, podemos destruir uma parte da história além de causar um dano enorme ao cliente.

Por isso um projeto de restauro custa caro e tem que custar caro, simplesmente por todos os riscos que ele oferece, o tempo que gasta, a sensibilidade que temos que ter com seus proprietários o entedimento correto da peça.
Essas fotos desses objetos, representam uma parte da história do Rio Grande do Sul que foi restaurada pelo nosso aluno e parceiro Bruno Uchoa, que teve a sensibilidade necessária para fazer um excelente trabalho.
Estamos orgulhosos e torcendo, para que este trabalho traga uma imensa satisfação a todos que usufruirão dessas verdadeiras joias.                                                 

5 de mai de 2014

Você é Capaz de Fazer Joias.


Tudo bem, ninguém está dizendo que é a coisa mais simples do mundo, estamos apenas afirmando que qualquer um que se propõe a estudar joalheria é capaz de fazer lindas peças.

Custos operacionais a parte, existe um estigma de que fazer joias é para aqueles que desde muito cedo aprenderam a profissão com os pais ou avós.

Ok... esta é uma arte milenar que vem sendo passada de geração em geração e antigamente era muito comum os segredos da profissão não serem difundidos ou ensinados para aqueles que não fossem da família.

Não é segredo para ninguém que entre os Judeus, considerados os melhores joalheiros do mundo, isto ainda aconteça e em alguns casos, onde o joalheiro não tenha filhos a arte é levada para o túmulo junto com ele.
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